A Secretaria Municipal de Segurança e Ordem Pública realizou, nos últimos dias, diversas operações de trânsito buscando o ordenamento e a preservação de vidas. As ações integradas, que foram realizadas em parceria com diversos órgãos, como o 6º Comando de Policiamento de Área, o 8º Batalhão de Polícia Militar e a Guarda Civil Municipal, já abordaram cerca de 930 veículos.
Segundo a Secretaria, as ações desenvolvidas no município cumprem rigorosamente a legislação vigente e estão alinhadas com o propósito de garantir segurança, ordem pública e preservação da vida. Ainda segundo a pasta, quando uma operação retira de circulação veículos irregulares, ela está, na prática, reduzindo a capacidade de mobilidade do crime, prevenindo acidentes graves e protegendo vidas.
Segundo os dados gerais das operações, dos 930 veículos abordados, 702 foram liberados e 228 apreendidos, sendo 174 motos e 54 automóveis, em oito dias de operações, que começaram em 17 de abril, finalizando no último sábado (25).
A pasta apontou que todas as abordagens seguem critérios técnicos e legais, com atuação dos agentes em estrito cumprimento da lei. Além disso, eles afirmam que as ações tiveram o objetivo de proteger a população e evitar acidentes.
Uma análise desses casos, de acordo com a Secretaria, aponta um fator comum em grande parte das ocorrências, que são as irregularidades. Muitos condutores estavam sem habilitação e, em diversos casos, não utilizavam capacete, o que agrava ainda mais as consequências dos acidentes.
Segundo o secretário de Segurança e Ordem Pública, Rodrigo Ibiapina, outro ponto que precisa ser compreendido com clareza é a relação direta entre irregularidades no trânsito e a prática de crimes.
“Hoje, as motocicletas, especialmente aquelas sem identificação ou com documentação irregular, são amplamente utilizadas em delitos como roubos e furtos, justamente pela facilidade de evasão e dificuldade de rastreamento”, explica.
Protestos
Na última sexta-feira (24), motoboys interditaram a Avenida 28 de Março protestando contra a intensificação das blitzes na cidade. A classe diz que considera perseguição a trabalhadores do setor.
*Com informações da Secom







