O candidato do PL ao Governo do Rio, Douglas Ruas, defendeu nesta quarta-feira (16) a ampliação do subsídio estadual ao metrô para reduzir o valor pago pelos passageiros. A proposta foi apresentada durante uma caminhada pela Zona Norte do Rio, onde o candidato também afirmou que pretende aumentar a fiscalização sobre concessionárias responsáveis por serviços públicos.
Atualmente, a tarifa convencional do MetrôRio é de R$ 7,90. Já a Tarifa Social permite que passageiros que atendem aos critérios do programa paguem R$ 5. O benefício foi prorrogado pelo Governo do Estado até 11 de abril de 2027.
Segundo Ruas, a intenção é ampliar o subsídio para que mais passageiros tenham acesso à tarifa de R$ 5. A proposta já havia sido apresentada pelo candidato em uma entrevista na terça-feira (15).
“Vamos aumentar o subsídio da tarifa do metrô para pesar menos no bolso do cidadão, com a passagem podendo chegar a R$ 5”, afirmou.
Durante a caminhada, Ruas também ouviu reclamações de moradores sobre problemas no abastecimento de água. O candidato afirmou que, caso seja eleito, pretende acompanhar de forma mais direta o cumprimento dos contratos firmados com concessionárias e cobrar uma atuação mais rigorosa das agências reguladoras.
“Não vamos ficar à mercê das agências reguladoras para que os serviços prestados pelas concessionárias sejam cumpridos. Vou trazer isso para dentro do gabinete do governador, cobrar que as agências cumpram o contrato e que as empresas prestem um serviço de qualidade. Em caso de descumprimento, vamos rescindir”, declarou.
A proposta apresentada pelo candidato prevê uma cobrança mais direta sobre as empresas responsáveis por serviços concedidos pelo Estado. Ruas relacionou a medida às reclamações recebidas durante a agenda na Zona Norte, principalmente sobre o abastecimento de água.
Em relação ao metrô, Ruas não detalhou durante a agenda qual seria o impacto financeiro da ampliação do subsídio sobre os cofres estaduais. A proposta, segundo o candidato, faz parte de suas medidas voltadas à redução dos custos para os usuários do transporte público.
*Com informações da Agenda do Poder




