O ministro Edson Fechin suspendeu nesta quarta-feira (8) o julgamento que definirá o como será escolhida a nova liderança do governo do Rio de Janeiro: por eleição direta (com voto popular) ou indireta (pelos deputados estaduais). A sessão retornará nesta quinta-feira (9) e o placar ficou em 1 a 1.
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou para que a escolha do novo governador do Rio seja feita por eleição indireta, abrindo divergência em relação ao relator da ação, Cristiano Zanin.
Em seu voto, Fux afirmou considerou que o pedido para que seja reconhecido caráter fraudulento na renúncia do governador deve ser formulado pela via recursal própria. O magistrado disse: “Seria inconcebível que em um espaço de menos de seis meses a população fluminense fosse convocada para duas eleições, com enorme custo financeiro para Justiça Eleitoral”. Fux pontuou ainda que “também não seria possível cogitar do prolongamento de situação de dupla vacância até janeiro de 2027”.
Fux considera que a Assembleia deverá eleger seu novo presidente. E que, uma vez eleito pelos votos dos deputados estaduais, ele será governador interino até que eleitos os novos ocupantes do cargo.
Já Zanin votou para a realização de eleições diretas ao governo do RJ. Quanto à permanência do atual governador, por enquanto Zanin deixou em aberto para debates. Eles vão definir se vai ter uma eleição agora e em outubro ou se será apenas um pleito.
*Com informações do G1






