A Polícia Civil e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com o apoio de agentes da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro (RJ), realizaram nesta quinta-feira (7) a segunda fase da “Operação Clausura”. Nas diligências desta quinta, foram cumpridos 12 mandados de prisão, além de mandados de busca e apreensão. Também houve prisões em flagrante. No total, 15 pessoas foram presas, incluindo agentes penitenciários e detentos dos presídios Dalton Crespo de Castro e Carlos Tinoco da Fonseca, em Campos dos Goytacazes.
A “Operação Clausura” foi desencadeada após a morte do policial Marcelo Aparecido de Lima, de 52 anos, que morreu em 2025 após ser baleado em Campos dos Goytacazes enquanto dirigia com o sobrinho no Parque Barão do Rio Branco.
O delegado Ronaldo Cavalcante, responsável pela operação, informou que agentes penitenciários faziam parte de uma rede que colocava drogas e celulares dentro dos presídios de Campos.
Dos presos, seis são agentes penais. Os demais detidos são apontados como traficantes ligados ao fornecimento de drogas e à logística criminosa dentro e fora das unidades prisionais. Durante a operação, houve prisões em flagrante dentro dos presídios.




