Familiares e amigos de Lucas Silva Alves Peixoto lamentam o assassinato do jovem e se questionam sobre um possível engano por parte dos suspeitos que cometeram o crime. A vítima, de 23 anos, não tinha antecedentes criminais e, segundo parentes, era diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ele foi baleado enquanto andava de bicicleta pela Rua Romualdo Peixoto, no Parque Bandeirantes, próximo à comunidade Sapo III, em Campos.
Veja abaixo comentários feitos na publicação do Manchete RJ sobre a morte do jovem:
Não fazia mal pra ninguém, era totalmente inocente”
Ele era autista, não fazia mal a ninguém, sempre foi muito educado e respeitoso, que covardia”
Ainda sem acreditar nessa covardia,meu primo era inocente como uma criança,não tinha maldade com nada e nem ninguém,era autista , tinha o coração puro”
Fico me pensando em qual foi a motivação para matar uma pessoa TEA“
Senhor , será que não confundirão ele?”
Em nota publicada nas redes sociais, Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) lamentou a morte de Lucas e confirmou que o jovem era assistido da unidade.
“Neste momento de dor, nos unimos em solidariedade aos familiares, amigos e a todos que tiveram o privilégio de conviver com ele. Lucas deixa lembranças marcadas pelo carinho, afeto e pela convivência junto à nossa instituição”, diz a nota.
Até o momento da publicação desta matéria, não há informações sobre a autoria e a motivação do crime. Lucas, inclusive, estaria voltando da Apae quando foi assassinado. O jovem não resistiu aos ferimentos e morreu antes de receber socorro. O caso está sendo investigado pela 146ª DP de Guarus.




