O segundo dia do julgamento pela morte do menino Henry Borel teve início nesta terça-feira (26), no Segundo Tribunal do Júri da Capital. Durante a sessão, um dos advogados que fazia parte da defesa do ex-vereador Dr. Jairinho anunciou que deixará o caso em solidariedade ao colega de equipe que sofreu um infarto no último sábado (23), enquanto participava da preparação para o julgamento.
Em frente ao Tribunal de Justiça do Rio, o advogado Sérgio Figueiredo afirmou que protocolou a renúncia. A saída do profissional, porém, não deve prejudicar a continuidade do julgamento.
“Tivemos a surpresa ontem, ao invés de remarcar esse júri em razão do principal advogado se encontrar em estado debilitado, com 48% do coração funcionando e 30% do rim, tivemos a continuidade desse julgamento”, afirmou Sérgio Figueiredo.
O advogado criticou a decisão de manter a sessão, mas, apesar da renúncia, ressaltou que a defesa de Jairinho permanece estruturada e que sua saída não compromete a continuidade dos trabalhos no plenário.
“Os demais advogados têm todo direito de continuar e estão continuando fazendo a defesa do Jairinho, mas eu, Sérgio Figueiredo, optei por não continuar na bancada de defesa”, completou.
O julgamento de Dr. Jairinho e Monique Medeiros segue, nesta terça (26), com a oitiva das testemunhas de acusação.
Delegado diz que Jairinho e Monique criaram uma farsa para tentar enganar polícia
Nesta terça (26), o delegado responsável pela primeira investigação afirmou que o casal criou uma “farsa ensaiada” para tentar enganar a polícia sobre a causa da morte do menino.
Edson Henrique Damasceno era o delegado titular da 16ª DP (Barra da Tijuca) em março de 2021, época em que o crime ocorreu, e foi inicialmente o responsável pela investigação da morte de Henry Borel.
Com informações do Jornal ‘Tempo Real’.




