A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) elege nesta sexta-feira (16) seu novo presidente em meio a disputas políticas e questionamentos judiciais, que começaram dias antes da votação e, ao que tudo indica, vão continuar.
Inicialmente, a disputa seria entre 2 deputados candidatos:
- Douglas Ruas (PL), ligado à base do ex-governador Cláudio Castro (PL),
- e Vitor Junior (PDT), apoiado pela frente partidária do ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (PSD), pré-candidato ao governo do estado.
Porém, segundo a TV Globo, o candidato da oposição irá retirar a candidatura. Caso esse cenário se confirme, Douglas Ruas será o único candidato.
A retirada de Vitor seria um protesto contra a decisão da Justiça que manteve a votação aberta. Em paralelo à retirada da candidatura de Vitor Junior, uma frente de 25 deputados e 9 partidos (PSD, MDB, Podemos, PT, PDT, PSB, Cidadania, PCdoB e PV ) afirmou que não participará da votação.
Ruas já havia sido eleito presidente da Alerj em março, poucos dias após a cassação da chapa do então governador Cláudio Castro, mas a votação foi anulada pelo Tribunal de Justiça do Rio, e ele não chegou a tomar posse.
Tradicionalmente, o presidente da Alerj ocupa posição de destaque na linha sucessória do governo do estado, à frente do presidente do Tribunal de Justiça. Desta vez, porém, o eleito não assumirá o comando do Executivo.
Uma decisão liminar do ministro Cristiano Zanin, do STF, determinou que o desembargador Ricardo Couto de Castro, presidente do Tribunal de Justiça do Rio, permaneça como governador em exercício até que a Corte defina o modelo para escolha do novo chefe do Executivo em mandato-tampão.
Novo presidente da Alerj não será governador
Ruas já havia sido eleito presidente da Alerj em março, poucos dias após a cassação da chapa do então governador Cláudio Castro, mas a votação foi anulada pelo Tribunal de Justiça do Rio, e ele não chegou a tomar posse.
Tradicionalmente, o presidente da Alerj ocupa posição de destaque na linha sucessória do governo do estado, à frente do presidente do Tribunal de Justiça. Desta vez, porém, o eleito não assumirá o comando do Executivo.
Uma decisão liminar do ministro Cristiano Zanin, do STF, determinou que o desembargador Ricardo Couto de Castro, presidente do Tribunal de Justiça do Rio, permaneça como governador em exercício até que a Corte defina o modelo para escolha do novo chefe do Executivo em mandato-tampão.
*Com informações do G1





